| O texto enfoca a problemática da velhice e o tratamento que a ela é dado nas sociedades urbano-industriais formadas no “Kapitalismus Geist” e nos “fluxos de racionalização” que as permeiam sob as formas da produção de alteridades que assim agenciam estratégias de preconceito, sendo a profunda dinâmica sócio-psico-antropo- organizacional a problemática da Sombra ou as enações do inconsciente em seus vários estratos, constituindo a dinâmica chamada “pólo fantasmático” dos grupos sócio-culturais, dinâmica essa que é denegada pelo “discurso competente” em seus vários níveis de elaboração, do gerencial ao clínico, passando-se pelo circuito da fala, portanto da comunicação com idosos, e levantando-se o intrincado problema de uma “educação para a segunda metade da vida” e de uma perlaboração das imagens da Morte. |